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Eu sou o que resta
da vida,
do tempo,
da idade,
de nós.
Há desdobro
pra fazer valer
o resto
de mim.
Mas resta também
num canto de mim
uma aresta.
É por ela que vejo
a vida,
o tempo,
a idade,
nós.
Há regozijo
pra fazer seguir
o muito
de mim
que há de vir.
Há tanta vida na fresta!
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